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segunda-feira, 18 de março de 2013

Barão Vermelho + 1 Dose!!

Mais algumas fotos do showzaço no Circo Voador:


Frejat & Guto Goffi:

:


 Barão Vermelho no palco: aula de rock n roll!



 
Adorei esse PB da Banda!!
 


Rodrigo Santos:
 


Guitarra e Batera!!
 


 Fernando Magalhães em dose dupla!



sexta-feira, 15 de março de 2013

Barão Vermelho - Circo Voador 14.03.2013




Ontem, em plena quinta feira, aos 45 do segundo tempo, soube que haveria o show do Barão Vermelho (Turnê +1 Dose) no Circo Voador.
Fiquei maluco pois no final do ano passado, no primeiro show da turnê, fui para fila comprar ingresso e os mesmos acabaram duas pessoas na minha frente!!!
Corri para o Circo na hora do almoço e consegui o ingresso: foi um golaço!!!!
Detalhe: as apresentações (dia 14 e 15) estavam com os ingressos esgotados!

A abertura do show foi com a banda do ex-guitarrita do Sangue da Cidade contando com a participação especial de Vid (canta muito!!!) e ainda tocaram uma musica do Celso Blues Boy (é claro que curti muito essa homenagem, pois o Circo Voador era a casa do Celso!!).

Depois, meia noite e dez, o Barão sobe ao palco e arrebentam tocando todos os sucessos esperados, a música inédita do Cazuza e ainda contaram com a participação do Mauricio nos teclados, Dé (baixista original) tocou violão e guitarra, Serginho (ex-Ultraje a Rigor) que mostrou que ainda toca muiiiito...

O Barão dispensa comentários!!! Músicos já tocam sem se olhar e comandam muito bem o público, que a uníssono cantou “Pro dia nascer feliz” quando a banda saiu do palco...

Foi demais!!

Retornam e para não deixar pedra sobre pedra terminam a noite, as duas da matina tocando um classico dos Rolling Stones: Satisfaction!!!
Precisa de algo mais?
Mais uma dose? Sim
Mais umas fotos? Simmmmmmmmmm


Frejat, Mauricio e Guto:




Rodrigo no baixo e Mauricio viajando na fumaça:



Frejat, cantando e encantando o público!



Participação de Dé (baixista da formação original):




Fernando Magalhães e Peninha:



Magalhães e Serginho que tocava com o Ultrage à Rigor
Feras!!


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

KISS E VIPER: as fotos!!



Viper arrebentando na abertura:

Com André Matos, Pit Passarell, Felipe Machado, Guilherme Martin e Hugo Mariutti






"You wanted the best..
You got the best...
the hottest band in the world:
KISSSSSSSSS

Gene Simmons, Paul Stanley, Tommy Thayer e Eric Singer





 












KISS no "Rio de Janeura"!! 40 anos de estrada!!!



“You wanted the best, you’ve got the best! The hottest band in the world… KISS!!!”,

Terceira vez que eles tocam no Rio... 

A Primeira no Maracanã, a segunda na Praça da Apoteose e a terceira agora, no dia 18 de Novembro de 2012, no HSCB Arena, "Rio de Janeura", no meio de um feriado...

Estive nas três oportunidades, mas esta foi muito diferente pois levei meu filho e minha filha ao show!! 

Não tem como descrever essa felicidade!!!

KISS no Rio de Janeiro, fechando a “The Tour”.

Até que a casa estava cheia, não lotada, mas bem cheia. Segundo a organização do evento, haviam 9 mil esqueletos se sacudindo lá dentro.

A abertura não poderia ter sido melhor, com uma banda brasileira de qualidade e que representa muito bem o Rock Brasil. Trata-se do VIPER, onde, mais uma vez Andre Matos mostrou porque é considerado uma dos melhores vocais do metal.

O Kiss entrou um pouco depois das 21 horas, surgindo em um palco elevatório, com muitos fogos, explosões e o riff empolgante de “Detroit Rock City".

Ou seja, porrada logo de cara!!!! 

O público já começa na loucura, com uma musica que é um das referências da banda...

Mantendo o ritmo, vem em seguida “Shout It Out Loud”, com o som alto e perfeito para um show de rock.

“Calling Dr. Love” foi a música que veio logo após, para então surgir duas musicas do seu recente disco “Monster”: “Hell Or Hallelujah” e “Wall Of Sound”. Esta última funciona muito bem ao vivo!!! Gostei muito!!!

Depois dessas musicas novas, vem  “Hotter Than Hell“, com uma profusão de fogos, explosões, calor e muita gritaria. Neste momento, ao término dos acordes, Gene Simmons cuspe fogo ao som de sirenes, emendando com “I Love It Loud”.

Porradaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!

Segue uma outra musica do novo trabalho, que também achei que funciona muito bem, pois tem um refrão perfeito: “Outta This World”, com Tommy Thayer no vocal principal.

Hora do show dos novos integrantes: solo de guitarra-bateria de Tommy com Eric Singer.

Solo simples? Que nada, você está em um show do KISS!!!

Assim, mais pirotecnias com direito a bateria do Eric Singer sendo suspensa até o teto e disparo de fogo de uma bazuca, depois dos tiros da guitarra de Tommy!!

Gene Simmons surge com seu número cospe-sangue e o baixo cheio de distorção sendo também elevado até o teto, depois dos canhões de luz, onde, de lá, cantou “God Of Thunder”.

Paul Stanley anuncia “Psycho Circus“, com a plateia cantando muita a música, o que adorei pois acho essa música umas das melhores da banda...

Segue “War Machine”, com exibição no telão de uma divertida animação de uma espécie de um Kiss Army com uns soldados tipo Star Wars, mas com as maquiagens do Kiss.  Bem legal!!!

Logo depois Paul Stanley sobrevoa toda a plateia do HSBC, indo pousar numa torre no fundo da pista, a pouquíssimos metros da minha pessoa!!!!!!  Pertinho mesmo!!!

Momento de “Love Gun”, seguida de “Black Diamond”, do primeiro disco do Kiss, fechou para o bis com uma linda iluminação com um globo platinado daqueles de discoteca e Eric Singer no vocal principal, com sua bateria, novamente, lá no teto.

Termina o show....

A galera pede bis, grita e tudo mais...

A banda volta ao palco e Stanley diz que o pessoal estava cansado e que poderiam ir para casa que mesmo assim o KISS ainda amaria seu público....

Ai ele diz que estiveram em São Paulo e eles foram incríveis, mas se o Rio queria ser número 1, que fizessem mais barulho.

Foi uma baita gritaria!!!!

Começa a parte final do show com “Lick It Up”, segue para “I Was Made For Lovin’ You“.

Para terminar é claro que tocam “Rock And Roll All Nite“, com uma enorme chuva de papel picado que cobriu todo o HSBC Arena, Paul Stanley destruindo sua guitarra e fogos ensurdecedores pipocando por todo o palco.

Resumindo, a banda mostrou estar em plena forma mesmo após 40 anos de carreira, com um show repleto de hits e pirotecnia, fazendo valer o caro ingresso pago. O show do KISS mostra que não é qualquer banda que pode se dar ao luxo de abrir com um clássico (Detroit Rock City), mostrar novas musicas sem deixar o clima de festa cair e terminar com algo do nível de "Rock'n'Roll All Nite". Eles sabem perfeitamente que o público quer: diversão!!!
E diversão com rock é outra história!!!


O Setlist do show:

Detroit Rock City
Shout It Out Loud
Calling Dr. Love
Hell or Hallelujah
Wall of Sound
Hotter Than Hell
I Love It Loud
Outta This World
God of Thunder
Psycho Circus
War Machine
Love Gun
Black Diamond


BIS:
Lick It Up
I Was Made for Lovin' You
Rock and Roll All Nite


E para acompanhar a saída do HSBC, ficou rolando nas caixas de som a musica “God Gave Rock 'n' Roll to You”, com as pessoas indo embora mas acompanhando a letra da musica...

Muito bom!!!

Próximo post, seguem as fotos de Julia Begni, que atentamente acompanhou o show com sua lente fotográfica!!

Show de fotos!!!

domingo, 28 de outubro de 2012

G3 - Fotos do show



As feras!!!

Steve Morse:







O baixista Dave La Rue:




JP:






Joe Satriani:






A festa final!!!

Joe, Morse, Petrucci, La Rue & Mike Keneally (nos teclados)


G 3 - Guitarra, Guitarra e Guitarra!!



G3
Citibank Hall, RJ/RJ (11/10/2012)

Primeiro vou falar do Show... depois seguem as fotos que se salvaram desse show. O detalhe engraçado é que o publico ficou sentado em cadeiras, assim, as fotos foram tiradas no espaço existente na minha frente entre duas cabeças!! Pouca luz, pouco espaço.... até que consegui algumas interessantes!!
  
Mais uma vez o projeto G3 veio ao Brasil.
Mais uma vez um trio de Mestres das Guitarras.
Mais uma vez eu estava lá!!  Como isso é DEMAIS!!!

Acompanhado do amigo Alexandre Salvador, fomos brindados com um som muito bom e três aulas primorosas!! Mesmo quando os caras erram, fica legal!!!

Choveu muito no caminho e ainda bem que tive a sorte de contar com a carona providencial que o Alexandre ofereceu, pois se tivesse ido de ônibus estava literalmente ferrado!!!! Assim, os cariocas que tiveram o privilégio de ouvir esse trio fabuloso, enfrentaram a chuva, mas lotaram a casa, fazendo do pré-feriado, 11 de outubro, uma noite inesquecível...

O primeiro a subir no palco foi o Mestre Morse, que além de ser o atual dono da guitarra do Deep Purple, tem discos memoráveis na sua carreira solo. Sabe muito e parece em transe quando está solando...

Com seus cabelos claros deu um baita trabalho para fotografar de longe, pois ele sempre estava debaixo de uma mega luz branca... parecia um fantasma!!!!

Os shows solos têm em média 45 minutos e no final a apoteose acontece, pois os três se reúnem para os duelos e improvisos.

Como já era de se esperar, Morse mostrou um som mais limpo, acompanhado do baixista Dave La Rue, tem uma técnica muito boa e já o acompanha há um bom tempo.

Depois de um intervalo pequeno entra o guitarrista do Dream Theater: Petrucci, acompanhado de Mike Mangini na bateria. Som mais pesado. Mais luzes e uma bateria frenética!

JP tem um absurdamente rápido e velocidade foi uma coisa que ele sempre curtiu e aproveitando, mostrou canções novas que ainda não haviam sido tocadas em lugar algum (segundo ele disse!), os cariocas presenciaram o avant premiere dessas novas canções: Cloud Ten, Zero Tolerance e Glassy Eyed Zombies.

Logo depois, Satriani entra com uma banda um pouco maior, alem de Jeff Campitelli na bateria, trouxe também um baixista mais pesado e um tecladista que cantou nas jams, Mike Keneally.

Satriani tem um timbre diferenciado, usa demais a alavanca de sua guitarra para tirar sons incríveis.  

Dispensa comentários... já deu aula para uma infinidade de guitarristas primorosos...

Seu set list é recheado de clássicos, o que dizer de Always with me Always with you ? Com Surfing fechando o set, ele chama os amigos de volta e convocou o tecladista para cantar a primeira da jam final: You Really Got Me, hit da banda The Kinks.

"Por muitos anos, estamos praticando guitarra, trabalhando nisso, mas o que devíamos praticar é o nosso canto. Mas somos sortudos de ter Mike Keneally conosco, ele é um ótimo vocalista", disse Joe.

Mais um sucesso dos anos 60 fez parte da jam do G3: White Room, do Cream. Mágica, a noite fechou com Free World, de Neil Young, que contou com o próprio Satriani no vocal.

São os vingadores em versão metal!! Kkk


Steve Morse tocu:
1- Name Dropping
2- Highland Wedding
3- On the Pipe
4- Vista Grande
5- John Deere Letter
6- Baroque ‘n Dreams
7- Rising Power
8- StressFest
9- Cruise Control

John Petrucci tocou:
1- Damage Control
2- Cloud Ten
3- Jaws Of Life
4- Zero Tolerance
5- Glassy Eyed Zombies
6- Glasgow Kiss

Joe Satriani arrebentou em:
1- Ice 9
2- Satch Boogie
3- Flying in a Blue Dream
4- Crystal Planet
5- God Is Crying
6- Always with Me, Always with You
7- Crowd Chant
8- Surfing with the Alien

Os três malucos juntos nos brindaram com as seguintes musicas:
1- You Really Got Me
2- White Room
3- Rockin’ in the Free World

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Evanescence no Rio de Janeiro


Seguem algumas fotinhas do show!!!








Sábado, 06 de outubro de 2012.

Dia de um baita show: Evanescence no HSBC Arena!

A abertura ficou a cargo da banda chamada The Used. Que chegou empunhando a bandeira do Brasil com o seu nome no meio. A galera gostou. Aqui no RJ, a banda agradou a plateia, que estava muito ansiosa e bastante empolgada durante os 45 minutos de show.
Antes de tocar a última música da apresentação, o guitarrista Quinn Allman causa comoção geral ao tocar o riff de "Smells Like Teen Spirit".      

Ponto alto dessa banda, para minha ignorância musical é o baterista que fez um show a parte, batendo no instrumento com vigor e ritmo impressionante!!

Muito bom ver a galera pulando!!!

A entrada no palco do próprio Evanescence foi surpreendente, com o baterista Will Hunt começando os acordes acordes de "What You Want", do último disco, foi triunfal, causando histeria completa.

Isso mesmo!! O show começou com a musica de maior sucesso do último disco deles.... Porrada em quem estava presente.

Amy Lee no palco, não para um minuto e corre de um lado para o outro, canta, grita, gesticula o tempo todo. E canta MUITO!!!

Não há meio termo: quem gosta curte muito!!!

Diferentemente de muitos shows de rock, não há brigas nem confusões, e raramente se vê alguém que parece ter bebido além da conta. Isso é bom!! Ou seja, é um show para ver com tranquilidade e fui acompanhado com meu filho sem qualquer medo de tumultos!!!

Foi um show pesado na medida. Muito melhor do que aconteceu no ultimo Rock In Rio!!!

A iluminação foi impecável para quem assistiu. Já na minha praia de fotografar, quem estava perto do palco se deu bem, pois o show abusa de luz branca e isso facilita quem está perto, mas é um terror para quem está longe...

Tinha horas que a iluminação era direcionada para a plateia que literalmente ficava cega e perdia a localização da Amy quando a luz voltava ao normal!!!

Fotografar de longe, com uma super-zoom, não é tarefa fácil!! Não se pode abusar do ISO, a velocidade é baixa... uma porção de fotos tremidas!!

Ouvi um excelente rock, vi um baita show e consegui umas clicadas!!! Que seguirão no próximo post!!

Como a própria Amy comentou durante o show, não há fãs como os fãs do Brasil.     

Setlist:
"What You Want"
"Going Under"
"The Other Side"
"Weight Of The World"
"Made of Stone"
"Lithium"
"Lost In Paradise"
"My Heart IOs Broken"
"Whisper"
"Oceans"
"The Change"
"If You Don't Mind"
"Call Me When You Sober"
"Imaginary (Origin Version)"
"Bring Me To Life"
Bis:
"Disappear"
"My Immortal"

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Mais fotos do show!!


Seguem mais fotos do show!!




Martin Turner & Dave Wagstaffe:




Danny Wilson:




O que eles estão olhando???




O belo solo de Ray Hatfield!!!!!!!!!!



Longa vida ao Rock n Roll!!!


domingo, 23 de setembro de 2012

Martin Turner´s Wishbone Ash (Fotos)

Mais umas fotinhas do show:


A Banda:



Guitarras:



O Baterista Dave tranquilão só curtindo o som!!



Só sorrindo!


Fotos do Wishbone Ash

Agora, depois do papo sobre musica, seguem umas fotos do show, feitas com uma maquina compacta lá de longe!!!

Gostei do resultado.

A Banda detonando:




Danny Wilson:



Martin Turner:


Espero que vocês curtam.  Depois vem mais algumas...

Show do Martin Turner´s Wishbone Ash (Teatro Rival)



Atualmente no mundo da música, você pode ter a felicidade de encontrar com o nome Wishbone Ash duas excelentes bandas. A própria Wishbone Ash, que continua sua saga com o Andy Powel comandando a voz e uma das guitarras e a trupe do Martin Turner.

Martin Turner é um dos fundadores da banda Wishbone Ash, que com um seu baixo inconfundível criou canções verdadeiramente épicas como “The Way of The World” e “Living Proof”, entre outras.

Essa banda, fica mais focada nos clássicos dos anos 70, enquanto a banda de Andy Powel além dos clássicos, lançou discos mais recente (The Power of Eternity (2007) e Elegant Stealth (2011), mantendo a qualidade de um excelente rock!

Impressiona e emociona qualquer pessoa que ame o Rock n’ Roll em qualquer uma de suas vertentes!

Esta semana, precisamente no dia 21 de setembro de 2012, no Teatro Rival, a Martin Turner´s Wishbone Ash tocou com a seguinte formação: Martin Turner (vocal e baixo), Ray Hatfield (guitarra), Danny Willson (guitarra) e Dave Wagstaffe (bateria)
Simplesmente soberbo! O show foi uma maravilha!!
Como é bom ouvir e ver esses caras tocando um excelente Rock n Roll!

Quem foi sabe do que estou falando!!

O evento me relembrou, o ano de 1989, no falecido Hotel Nacional, São Conrado... Eu fui, eu vi pela primeira vez um show deles.

Esse memorável show foi na seguinte ordem: Leslie West, Wishbone Ash e Jan Akkerman, guitarrista do Focus.

Os 3 shows em separado, numa mesma noite. Foram 3 pérolas pra ficar na história de qualquer fã de música da boa.

O Wishbone Ash faz um dos raros shows ao vivo que satisfazem 100% o gosto do roqueiro mais exigente

Em 2003 foi a vez do Canecão receber a banda, com o excelente Ben Granfelt na guitarra (esse cara toca horrores!!! Um excelente musico!). Também estive lá!

Olhando o público, posso ousar dizer, que eu não era o único presente que esteve nos 3 shows deles no solo brasileiro!!

Puro rock qalidade!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O álbum de estréia saiu em 1970, “Wishbone Ash”. Depois veio “Pilgrimage”, em 1971, e uma turnê em que eles abriram shows do The Who. A experiência rendeu a música “Time Was”, entre outras, que entrou no disco “Argus”, em 1972. A revista Melody Maker escolheu “Argus” como o melhor álbum inglês em 1972.

Para compor um novo álbum, o grupo preferiu se isolar. Colocaram tudo em um caminhão e partiram para o interior. Ficaram numa cabana sem TV, rádio ou telefone. O resultado foi “Wishbone Four”, em 1973. Logo em seguida, saiu o primeiro disco ao vivo do grupo, "Live Dates”. Após a turnê, David Ted Turner deixou o grupo e foi substituído por Laurie Wisefield, que estreou no estúdio em “There’s the Rub”, primeiro disco gravado nos Estados Unidos. 

Com o novo selo, Atlantic, o Wishbone Ash lançou mais dois discos, “Locked In” e “New England”, ambos com Miles Copeland. Em 1979, o grupo gravou o primeiro disco com o produtor Nigel Grey, “Just Testing”. Naquela época, Martin Turner decidiu abandonar o grupo e o baixista inglês John Wetton entrou no lugar para gravar “Number the Brave”, em 1981. O grupo continuou trabalhando intensamente nos anos seguintes.

A volta da formação original aconteceu em 1986 quando Miles Copeland entrou em contato com Andy e Ted Turner. Miles havia se tornado produtor do The Police e aberto um selo, IRS Records. Ele convidou o Wishbone Ash para gravar um disco em uma coleção que o IRS lançaria em breve. Andy Powell, Ted Turner, Steve Upton e Martin Turner reuniram-se e gravaram o projeto. A formação ainda durou mais três anos, quando lançaram “Nouveau Calls” e “Here To Hear”. Steve preferiu sair novamente e se aposentou, sendo substituído por Ray Weston.

Em 1995, com Andy Pyle no baixo, o grupo gravou um disco ao vivo, “Live in Chicago”, pelo selo Griffin. O show gravado incluiu vários sucessos da carreira do grupo, como “The King Will Come” e “Throw Down the Sword”, além de algumas canções nunca lançadas nos Estados Unidos. Naquele mesmo ano, Ted Turner abandonava o grupo novamente e o único membro da formação original era Andy Powell. O guitarrista entrou no Top 20 dos melhores da história no instrumento da revista Rolling Stones.

O grupo continuou, mas só lançaram discos ao vivo ou coletâneas. O jejum de estúdio terminou em 1996, com “Illuminations”. Em 2000, eles saíram em turnê na Europa para divulgar o lançamento de “Bare Bones” e celebrar os 30 anos do Wishbone Ash. Em 2003, após várias mudanças de integrantes, o grupo era formado por Andy Powell (guitarra e voz), Bob Skeat (baixo), Ben Granfelt (guitarra) e Ray Weston (bateria). O último registro lançado foi “Bona Fide”, em 2002, com produção do próprio Andy Powell. No final do ano seguinte, eles aterrissaram no Brasil para algumas apresentações e não demonstraram até agora sinal de que vão parar, pois estão em turnê pela Inglaterra e Alemanha.

Bem que poderiam passar pelo Brasil!!!

Fotografando Show de Musica!!



Fotografar um show não é uma tarefa fácil. Tem que entender de luz, fotometragem e outras coisas mais. Se conhecer as musicas e os deslocamentos que ocorrem durante as musicas, torna a tarefa bem mais fácil.

Com a pouca luz existente, você abre o diafragma e baixa a velocidade. Ao baixar esta, há grande chance de não conseguir congelar o momento e as fotos saem borradas. É um joguinho de xadrez que não existe uma receita prévia e você tem que a cada momento tomar decisões antes de executar o click!!

Um show de rock, onde os músicos quase nunca ficam estáticos torna a tarefa fotográfica mais difícil. E isso é bom, pois o desafio é mais gostoso.

Se a opção por subir muito o ISO (ou ASA) há uma grande possibilidade da foto sair com ruído, deixando-a feia...

É claro que as máquinas mais modernas resolveram esse problema de ruído e os fotógrafos podem abusar de um valor de ISO absurdo, sem comprometer a qualidade final da foto.  Mas mesmo assim tem que saber como utilizar o instrumento que se encontra

Agora, se você for utilizar uma máquina mais simples como uma compacta, tem horas que é impossível um resultado bom.

A busca pela qualidade final é um desafio.

Geralmente quando vou assistir um show levo uma máquina mais simples para fotografar sem compromisso, apenas para registrar.

Tipo essas feitas com uma Canon bem simples em um show do Charlie Brown Jr, este ano no Citibank Hall:




Conseguir umas fotos assim, razoáveis, com uma compacta tem que ter mãos firmes e entender um pouco da luz.

Este final de semana, fui assistir o show de uma banda que AMO há muito tempo e resolvi levar uma compacta para registra, porém problema é que esqueci que o local que iria sentar era longe do palco, o que dificultou ainda mais a brincadeira fotográfica, mas mesmo assim, acho que também ficaram razoáveis.

Vou postar as mesmas em um tópico específico!!